Dados da Fiocruz indicam segunda onda de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Rio

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Síndrome Respiratória Aguda Grave

Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil


Síndrome Respiratória Aguda Grave

Informações compiladas pelo boletim InfoGripe, produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), demonstram que, em alguns estados, entre eles o Rio de Janeiro, já é possível observar o início de uma segunda onda de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre os dias 12 e 18 de julho.

No Brasil, onde o número de testes de detecção do novo coronavírus fica muito aquém do ideal e a subnotificação é alta, um crescimento de casos de SRAG tem correlação com o número de pessoas com Covid-19 que ainda não foram diagnosticadas.

“Os dados de SRAG continuam sendo fortemente associados à Covid-19, uma vez que, entre os casos com resultado positivo para os vírus respiratório testados, 96,7% dos casos e 99,1% dos óbitos retornaram positivo para o novo coronavírus”, ressalta Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe.

Este ano, já foram registrados no país 289.946 casos de SRAG, e metade desses casos deram positivo para algum vírus respiratório. Entre esses diagnósticos positivos, 96,7% eram de Sars-CoV-2 (Covid-19).

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A SRAG é uma doença respiratória considerada grave, que exige internação. Ela pode ser causada por vários tipos de vírus, como o influenza, ou até mesmo o novo coronavírus. São classificados como portadores da doença os pacientes com síndrome gripal, dificuldade de respirar, redução de saturação de oxigênio no sangue a um nível menor que 95%, desconforto respiratório ou aumento da frequência respiratória, piora nas condições clínicas de doença inicial, hipotensão ou outro quadro de insuficiência respiratória aguda.

Favelas já deram alerta para subnotificação

A falta de testes e a consequente subnotificação de casos do novo coronavírus não são novidades para os moradores de áreas periféricas. Desconfiados dos números oficiais da doença divulgados pelo poder público, algumas lideranças comunitárias do Rio decidiram se unir e lançar um painel que reúne dados sobre o coronavírus em 27 complexos e cerca de 120 favelas do município e da Região Metropolitana.

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