Funcionários terceirizados do Hospital Rocha Faria reclamam de salários atrasados e falta de EPIs

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Os funcionários terceirizados do Hospital Municipal Rocha Faria, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio já não sabem mais o que fazer. São dois meses sem salário, em meio a pandemia de coronavírus. O problema não acontece apenas com os profissionais de saúde, como técnicos e enfermeiros, mas também com os de limpeza que trabalham diariamente na unidade.

De acordo com a reportagem veiculada pelo G1, os trabalhadores também estão sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), necessários para a proteção contra o vírus da COVID-19.

A Rio Saúde negou o atraso nos salários e destacou que a folha de pagamento de junho saiu dia 7 de julho e que alguns funcionários estão com uma inconsistência de dados bancários.

Artigo sobre atrasos dos salários e colapso da saúde

Em março a vereadora Luciana Novaes publicou um artigo em que defendia que o colapso no sistema de saúde da cidade do Rio vem de antes da pandemia. Dentre as denúncias da parlamentar, estava justamente o atraso nos pagamentos dos funcionários, além da falta cotidiana de insumos necessários para o trabalho.

“A situação dos profissionais de saúde também era extremamente ruim. Eles lidavam com atrasos constantes de pagamento. No ano passado, por exemplo, houve atrasos de até dois meses. Além disso, os trabalhadores tinham que conviver com a falta de insumos médicos básicos como, por exemplo, recipientes adequados para coleta de exames, seringas, tubos a vácuo e fitas de aferição de glicose. Outro problema era a escassez de equipamentos de proteção individual: luvas, máscaras, jalecos, aventais, óculos, entre outros, situação que persiste agora em meio à pandemia”, escreveu a vereadora.

Luta antiga ao lado dos trabalhadores da saúde

Nos últimos anos, Luciana Novaes esteve presente em muitas manifestações dos servidores da saúde por salários atrasados. Em uma delas, a vereadora foi covardemente interrompida, enquanto discursava, por jatos de spray de pimenta lançados pela Polícia Militar em sua direção e dos demais manifestantes e precisou ser retirada às pressas devido ao despreparo e truculência da PM. Na ocasião, ela cobrava que o prefeito Marcelo Crivella pagasse os funcionários. “Enquanto o pagamento dos profissionais da saúde e dos demais servidores não for prioridade deste governo, continuaremos nas ruas, cobrando. Esta não é uma luta apenas dos profissionais que estão com seus salários atrasados, mas de todo o povo carioca”, defendeu a vereadora.


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