Unidades de atendimento à pessoa com deficiência do município podem ser fechadas

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Foto: Bárbara Lopes

Por meio de decreto, a Prefeitura do Rio retirou R$ 8 milhões da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Tecnologia (SMDT), todo o orçamento previsto para a pasta este ano. A medida pode levar ao fechamento, em agosto, dos Centros de Referência da Pessoa com Deficiência (CRPDs), das Casas Lares e dos Centros de Convivência.

Esses espaços são importantes porque oferecem tratamento e até mesmo abrigo para centenas de pessoas com deficiência do município, tudo de graça. 

“A retirada desses recursos causará, já em agosto, o fechamento dos Centros de Referência, de Convivência e das Casas Lares. Esses equipamentos são fundamentais para a vida das pessoas com deficiência. Estou acionando mais uma vez o Ministério Público para reverter essa decisão absurda do prefeito Marcelo Crivella”, afirmou a vereadora Luciana Novaes, que preside a Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

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Em entrevista para o Bom Dia Rio, da TV Globo, Jeane de Paula destacou que muitas pessoas não têm condições financeiras de continuar o tratamento em outros locais.

“No CRPD de Santa Cruz minha filha tem todo o suporte de fisioterapia, terapia ocupacional, esporte. A gente precisa desse equipamento porque não temos condições de custear um tratamento”, disse ela, que faz parte do grupo Mãe Sem Fronteiras.

Centros de Referência da Pessoa com Deficiência fecharam em 2018

Essa não é a primeira ameaça ao funcionamento dos equipamentos municipais que atendem as pessoas com deficiência. Em 2018, os CRPDs de Irajá, na Zona Norte, e Santa Cruz, na Zona Oeste, fecharam as portas e deixaram mais de 300 PcDs sem tratamento. Na época, a Prefeitura alegou que o fechamento foi motivado por problemas administrativos com a organização social CEBRAC, que administrava os espaços.

Além de deixar sem emprego profissionais especializados no tratamento de pessoas com deficiência, o fechamento das unidades da Secretaria da Pessoa com Deficiência e Tecnologia impactam a saúde dos usuários, que precisam de cuidado constante para avançarem em seus tratamentos.

Secretaria garante funcionamento das unidades

Mesmo com o corte de todo o orçamento do ano, a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Tecnologia afirma que há um empenho de R$ 5 milhões para garantir o funcionamento das unidades assim que elas forem reabertas todas estão momentaneamente fechadas por conta da pandemia do novo coronavírus.


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